Europa Press/Contacto/Michael Brochstein
MADRID 8 ago. (EUROPA PRESS) -
Na sexta-feira, o governo israelense aprovou a proposta do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para uma escalada da ofensiva militar na Faixa de Gaza, que inclui a ocupação da capital do enclave com base em premissas como "desmilitarização" e "controle israelense da segurança".
"O Gabinete de Segurança aprovou a proposta do primeiro-ministro para derrotar (o Movimento de Resistência Islâmica) o Hamas (e) as Forças de Defesa de Israel (IDF) se prepararão para assumir o controle da Cidade de Gaza", disse o gabinete de Netanyahu em um comunicado, observando que simultaneamente "distribuirá ajuda humanitária à população civil fora das zonas de combate".
A agência governamental também adotou cinco premissas em sua estratégia para "acabar com a guerra", que são "o desarmamento do Hamas, o retorno de todos os reféns, vivos e mortos, a desmilitarização da Faixa de Gaza, o controle de segurança israelense na Faixa de Gaza e o estabelecimento de uma administração civil alternativa que não seja nem o Hamas nem a Autoridade Palestina".
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