Publicado 12/02/2026 10:25

O governo insta o general da polícia acusado por Petro a assumir sua responsabilidade: "Não seja covarde"

Archivo - Arquivo - O ministro do Interior da Colômbia, Armando Benedetti
MINISTERIO DEL INTERIOR DE COLOMBIA EN X - Arquivo

MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) - O ministro do Interior da Colômbia, Armando Benedetti, instou Edwin Urrego, o general da polícia acusado de conspirar contra o presidente Gustavo Petro, a assumir sua responsabilidade e vincular sua expulsão a certas operações que afetaram o governo.

“O general aposentado Urrego, de forma suspeita, quer fazer crer à opinião pública e aos jornalistas que foi demitido pela invasão ilegal que fizeram em minha casa em 11 de novembro”, afirmou o ministro do Interior, referindo-se a uma operação realizada no ano passado no âmbito de uma investigação por corrupção.

Benedetti explicou que a destituição de Urrego ocorreu depois que relatórios de inteligência revelaram que ele teria tramado um plano contra Petro para colocar drogas em um dos veículos da comitiva oficial com a qual ele viajou durante sua recente viagem aos Estados Unidos. “Não venha se esconder atrás de mim, não seja covarde. Você foi demitido por uma armadilha que queria fazer”, insistiu Benedetti nas redes sociais, de onde instou o general demitido nesta quarta-feira a concentrar seus esforços em responder às acusações do presidente colombiano.

Da mesma forma, Benedetti semeou dúvidas sobre o papel de Urrego em sua passagem por várias agências policiais e criticou o fato de ele ter participado da política quando, na qualidade de agente, não poderia. “Você tomou partido para delinquir”, concluiu.

Na véspera, Urrego negou as acusações em entrevistas à mídia colombiana, nas quais sugeriu que a decisão de destituí-lo teria sido motivada pelo descontentamento do governo com algumas de suas operações, entre as quais se destacou a busca em uma casa de Benedetti.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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