Europa Press/Contacto/Omar Ashtawy
MADRID 29 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, sob o controle do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), informaram no final do domingo que o Hospital Al Shifa, localizado na Cidade de Gaza, continua funcionando e prestando serviços, apesar da intensificação dos ataques do exército israelense contra essa cidade enclave, quando o número de palestinos mortos já ultrapassou 66.000.
"O Complexo Médico Al Shifa ainda está operando e prestando serviços médicos aos cidadãos, apesar da atual situação difícil e dos grandes desafios enfrentados pelo setor de saúde, especialmente na Cidade de Gaza", disse o ministério da saúde via Telegram.
O hospital foi palco de fortes bombardeios das Forças de Defesa de Israel (IDF) no domingo, de acordo com o diário 'Philastin', ligado ao Hamas, e a agência de notícias palestina WAFA.
Nesse contexto, a ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) suspendeu suas atividades na cidade de Gaza na última sexta-feira, devido aos constantes ataques israelenses e ao avanço de tanques a menos de um quilômetro de suas instalações, denunciando um "nível inaceitável de risco" para sua equipe, embora tenha se comprometido a continuar prestando apoio aos hospitais de Al Helu e Al Shifa.
As autoridades de Gaza informaram no domingo a morte de pelo menos 77 palestinos em ataques do exército israelense no último dia, como parte da ofensiva contra o enclave após os ataques de 7 de outubro de 2023, elevando o número de mortos para mais de 66.000, enquanto o número de feridos subiu para 168.000.
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