Europa Press/Contacto/Probal Rashid
MADRID 25 abr. (EUROPA PRESS) -
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos defendeu na sexta-feira que não há base legal para libertar o ativista pró-palestino Mahmoud Jalil, cujo caso está no epicentro das operações de deportação empreendidas pela Casa Branca contra cidadãos de origem estrangeira acusados de organizar atividades de apoio ao movimento islâmico palestino Hamas nas universidades do país.
O departamento chefiado por Kristi Noem respondeu em sua conta de rede social X a uma reportagem da ABC que a prisão de Jalil no mês passado foi ilegal porque os agentes não tinham um mandado de prisão. O mandado, segundo a rede, citando advogados do governo dos EUA, foi emitido após o fato.
Em resposta, o departamento explicou que Jalil foi primeiramente identificado como um estrangeiro sujeito à deportação e "foi preso quando tentou fugir". Ele confirma que emitiu um "mandado de prisão administrativo na entrada", mas acrescenta que essa situação é comum e que "não há base legal" que exija a emissão de tal mandado antes da prisão.
Jalil, vale lembrar, era estudante de pós-graduação na Universidade de Columbia e foi acusado de "liderar atividades alinhadas" ao Hamas, como porta-voz de um movimento universitário contra a ofensiva israelense em Gaza. De origem palestina, ele se formou em dezembro com um mestrado em assuntos internacionais. Sua advogada, Amy Greer, confirmou que ele tinha um green card que garantia sua permanência legal no país e que sua prisão é irregular, segundo o The New York Times.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático