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MADRID 8 maio (EUROPA PRESS) -
O ministro da Justiça do Peru, Luis Enrique Jiménez, negou que esteja em andamento qualquer processo para um possível indulto ao ex-presidente Pedro Castillo, que cumpre pena de prisão de mais de onze anos por crimes de conspiração, no âmbito da tentativa fracassada de autogolpe de Estado em dezembro de 2022.
Jiménez rejeitou as “especulações”, segundo ele, que têm sido lançadas sobre este assunto desde que José María Balacázar assumiu a presidência, tendo ele feito parte do partido Perú Libre durante os anos em que Castillo foi promovido.
Assim, ele destacou que seu ministério não recebeu nenhum pedido ou solicitação, mas que, caso isso ocorra, o assunto será analisado. “Qualquer processo relacionado a um indulto deve ser analisado exaustivamente e garanto que isso, se ocorrer — o que não é o caso —, será analisado de acordo com as normas”, explicou.
“Os pressupostos em que isso pode ocorrer estão bem claros; isso depende da complexidade do caso, de fato, mas não é algo que se resolve em poucos dias, é algo que precisa ser analisado”, aprofundou Jiménez, em declarações ao Canal N.
O assunto surge a poucas semanas do segundo turno eleitoral de 7 de junho, no qual Keiko Fujimori deverá enfrentar Roberto Sánchez, que já adiantou durante a campanha que concederia o perdão a Castillo, que em fevereiro já havia solicitado, sem sucesso, essa medida de clemência ao presidente Balcázar.
Além da condenação a onze anos e cinco meses de prisão por crimes de rebelião, Castillo enfrenta outra acusação por suposta corrupção e liderança de uma organização criminosa.
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