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MADRID 21 abr. (EUROPA PRESS) -
O Governo decidiu declarar três dias de luto oficial, a partir desta segunda-feira até quarta-feira, pela morte do Papa Francisco, que faleceu nesta segunda-feira aos 88 anos de idade.
O anúncio foi feito em uma declaração institucional de La Moncloa pelo ministro da Presidência, Justiça e Relações com o Parlamento, Félix Bolaños, que disse que o pontificado de Francisco "significou um impulso renovador e reformista" para a Igreja Católica que "deixará um legado para a história".
Em uma mensagem na qual as bandeiras da Espanha e da União Europeia foram exibidas com fitas pretas em memória do Papa, Bolaños disse que Francisco se caracterizou "por sua luta contra a desigualdade e a injustiça" e por "sua luta" contra as mudanças climáticas e sua preocupação "com todos aqueles que estão nas periferias".
"Lamentamos a perda do Papa Francisco e enviamos nossas mais profundas condolências a toda a comunidade católica e a todas as pessoas do mundo que sentem a perda do Papa Francisco como a de alguém próximo a elas. Morreu um bom homem, morreu um grande Papa. Que o Papa Francisco descanse em paz", acrescentou.
O pontífice morreu um dia depois de sua última aparição pública no domingo de Páscoa, quando subiu à sacada principal da Basílica de São Pedro para dar a bênção "Urbi et Orbi".
Francisco havia recebido alta médica em 23 de março e, desde então, apareceu em público em várias ocasiões. No domingo, ele também teve uma breve reunião com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, em sua residência em Santa Marta, onde continuava sua recuperação.
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