Europa Press/Contacto/Andres Lozano - Arquivo
MADRID 15 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Arnaulfo Sánchez, informou nesta terça-feira sobre a morte de uma menor de 16 anos durante o bombardeio realizado no final do mês de março contra o líder das dissidências do Estado-Maior Central (EMC) das FARC, Néstor Vera Fernández, conhecido como “Iván Mordisco”, em uma área de mata no departamento de Vaupés, no sudeste do país.
“Lamentavelmente, confirmamos, de acordo com os neutralizados (na operação), que, embora seja verdade que o círculo próximo de Mordisco tenha sido eliminado, também havia uma menor de 16 anos que fazia parte desse círculo de segurança do criminoso”, afirmou o responsável pela pasta da Defesa do país durante a Segunda Comissão do Senado.
Essa morte, segundo o ministro colombiano, não apenas reflete a “crueldade da guerra”, mas também a “violação dos direitos humanos” e os “crimes de guerra” perpetrados por “aqueles que recrutam” menores no país.
Na referida operação, na qual foram utilizadas “mais de 27 aeronaves”, nas palavras de Sánchez, inicialmente falou-se de seis mortos e, conforme detalhou na época o Instituto Nacional de Medicina Legal em um comunicado, os corpos correspondiam a dois homens e quatro mulheres, duas das quais não puderam ser identificadas.
No entanto, entre as vítimas não se encontrava o conhecido como “Iván Mordisco”, conforme confirmaram dias depois as autoridades colombianas, que, nos últimos meses, prenderam seus irmãos Andrés, Juan Gabriel e Luis Vera Fernández. De fato, entre os corpos encontrados na referida operação estava o da conhecida como “Lorena”, considerada a companheira sentimental de “Mordisco”.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático