Europa Press/Contacto/Rosana Alvarez Mullner
MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) - O governo da Argentina anunciou nesta sexta-feira que denunciará por “terrorismo” os participantes dos distúrbios em frente à sede do Congresso durante a aprovação da reforma trabalhista promovida pelo presidente, Javier Milei, que prevê jornadas de trabalho de 12 horas.
Os protestos resultaram em pelo menos 70 detidos e na apreensão, segundo a ministra da Segurança, Alejandra Monteoliva, de material explosivo nas mochilas de muitos dos participantes. Monteoliva indicou ainda que há 17 pessoas identificadas que serão acusadas especificamente de “pertencer a uma organização internacional financiada para gerar alarme e comoção social”.
O porta-voz do governo, Manuel Adorni, avisou sobre essa decisão em uma mensagem nas redes sociais. “Atacar o Congresso Nacional e agredir as forças de segurança é um crime grave contra a ordem constitucional. O governo nacional denunciou por terrorismo os responsáveis pelos ataques”, indicou o porta-voz. “Quem faz, paga. Fim”, reforçou Adorni.
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