Publicado 13/02/2026 13:55

O governo da Argentina denuncia por terrorismo os envolvidos nos distúrbios diante do Congresso

11 de fevereiro de 2026, Buenos Aires, Argentina: Manifestantes batem nas cercas e olham para o prédio do Congresso. O Senado argentino aprovou inicialmente um projeto de lei apoiado pelo governo em meio a tensos protestos de rua que deixaram pelo menos 1
Europa Press/Contacto/Rosana Alvarez Mullner

MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) - O governo da Argentina anunciou nesta sexta-feira que denunciará por “terrorismo” os participantes dos distúrbios em frente à sede do Congresso durante a aprovação da reforma trabalhista promovida pelo presidente, Javier Milei, que prevê jornadas de trabalho de 12 horas.

Os protestos resultaram em pelo menos 70 detidos e na apreensão, segundo a ministra da Segurança, Alejandra Monteoliva, de material explosivo nas mochilas de muitos dos participantes. Monteoliva indicou ainda que há 17 pessoas identificadas que serão acusadas especificamente de “pertencer a uma organização internacional financiada para gerar alarme e comoção social”.

O porta-voz do governo, Manuel Adorni, avisou sobre essa decisão em uma mensagem nas redes sociais. “Atacar o Congresso Nacional e agredir as forças de segurança é um crime grave contra a ordem constitucional. O governo nacional denunciou por terrorismo os responsáveis pelos ataques”, indicou o porta-voz. “Quem faz, paga. Fim”, reforçou Adorni.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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