Ela destaca suas trajetórias artísticas e humanas "absolutamente extraordinárias".
BARCELONA, 16 dez. (EUROPA PRESS) -
O Governo da Catalunha concordou nesta terça-feira em conceder a Medalha de Ouro da Generalitat, a mais alta distinção concedida pela instituição "em reconhecimento a carreiras extraordinárias no país", ao cantor e compositor Joan Manuel Serrat e à atriz Núria Espert.
Isso foi explicado pela ministra do Território e porta-voz da Generalitat, Sílvia Panque, na coletiva de imprensa após o Consell Executiu de terça-feira, que explicou que a cerimônia de entrega das medalhas será realizada na segunda-feira, 22 de dezembro, no Palau de la Generalitat, presidida pelo presidente da Generalitat, Salvador Illa.
Paneque afirmou que esses são dois artistas com trajetórias artísticas e humanas absolutamente extraordinárias: "Eles tiveram um impacto claro em favor da projeção da cultura catalã, mas também em seu compromisso com esses valores humanistas e democráticos".
JOAN MANUEL SERRAT
O Governo pretende prestar homenagem à carreira artística de Serrat, mas também ao "profundo compromisso cívico e humanista" de um artista que Paneque definiu como uma figura absolutamente fundamental para a cultura catalã e uma grande figura da cultura universal.
Ele destacou seus laços estreitos com Barcelona e analisou seu trabalho por meio de canções, álbuns e poemas musicados: "Eles se tornaram um ponto de referência absoluto para diferentes gerações, assim como seu compromisso com a liberdade criativa, com a língua catalã e com a defesa da democracia", e mencionou sua luta contra a censura do regime de Franco.
NÚRIA ESPERT
No caso de Espert, o Executivo distingue "uma das grandes figuras das artes cênicas" na Catalunha, mas também em nível internacional, por sua versatilidade, exigência artística, talento, habilidade e capacidade ao interpretar repertórios clássicos e contemporâneos.
Eles lembram que ela foi a primeira mulher a interpretar "Hamlet" na Espanha e que contribuiu para a divulgação internacional de autores como Federico García Lorca e Jean Genet, e destacam que a ditadura de Franco queria silenciá-la, o que reforçou seu "compromisso com a liberdade, a igualdade e a dignidade humana".
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