Publicado 17/09/2026 10:14

O governo comemora a “rapidez” da Assembleia Nacional e reitera que o porto de Ceuta é o local mais adequado para acolher migrantes

Montagem de novas barracas ao lado do Banco de Alimentos de Ceuta, em 5 de setembro de 2026, em Ceuta (Espanha). O governo assume o controle do porto de Ceuta para a “assistência humanitária” a migrantes em barracas e outros espaços,
Marcos Moreno - Europa Press

MADRID 17 set. (EUROPA PRESS) -

O governo comemorou a “rapidez” com que a Audiencia Nacional decidiu o recurso que impedia a montagem do acampamento para abrigar cerca de 1.700 imigrantes no porto de Ceuta e insiste que esse é o local mais adequado.

“Reiteramos que os terrenos do porto são os mais adequados e contam com todas as garantias de segurança para a realização da operação”, afirmam fontes governamentais.

A Audiencia Nacional havia ordenado nesta quarta-feira que o Governo suspendesse a instalação de tendas nos terrenos portuários, em resposta a um recurso apresentado pelo sindicato policial SUP, que alertava para a falta de segurança.

No entanto, em menos de 24 horas e após receber informações adicionais do Executivo central, a Seção Contencioso-Administrativa da Audiencia Nacional negou provimento ao pedido do SUP e permitiu que o governo continuasse com a instalação do acampamento.

Pouco antes de a AN tomar uma decisão, o ministro responsável pelo comando único para a crise de Ceuta, Ángel Víctor Torres, disse que esperava que os juízes tomassem uma decisão com urgência, “hoje ou amanhã”.

Dessa forma, ele lembrou que o objetivo é pôr fim a uma situação “insalubre” e “conflituosa” na praia de Ceuta, onde se amontoam milhares de imigrantes que permanecem na cidade autônoma há um mês e meio após a entrada em massa de 80 mil pessoas vindas do Marrocos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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