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MADRID 1 jul. (EUROPA PRESS) -
O governo colombiano suspendeu a extradição para os Estados Unidos de Willington Henao Gutiérrez, conhecido como "Mocho Olmedo", segundo comandante da 33ª Frente de dissidentes das extintas FARC, com o argumento de que isso poderia afetar o processo de negociação com o grupo armado.
Gutiérrez é procurado por um tribunal da Flórida por quatro acusações de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Embora em maio a Suprema Corte tenha mantido sua extradição ao declarar constitucionais as reivindicações das autoridades dos EUA, cabe ao presidente colombiano tomar a decisão final.
Os Estados Unidos consideram "Mocho Olmedo" responsável por remessas de cocaína em grande escala e o responsabilizam por um laboratório que, entre setembro de 2021 e agosto de 2022, esteve diretamente envolvido nessas transações.
Encarcerado na prisão La Picota, em Bogotá, há alguns meses a imprensa colombiana revelou que ele estava escondido em uma "casa segura" há 55 dias e sob vigilância da Direção Nacional de Inteligência, pois era uma fonte que lhes fornecia informações.
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