Publicado 02/08/2026 13:29

O governo colombiano aponta dois membros do ELN como responsáveis pelo atentado ocorrido na sexta-feira em Cúcuta

Alias “David”, membro do ELN e principal suspeito do atentado contra uma delegacia de polícia em Cúcuta (Colômbia) em 1º de agosto de 2026
MINISTERIO DE DEFENSA DE COLOMBIA

MADRID 2 ago. (EUROPA PRESS) -

O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, apontou neste domingo os membros do Exército de Libertação Nacional (ELN), conhecidos como “David” e “Nike”, como supostos responsáveis pelo atentado a bomba ocorrido na última sexta-feira nas proximidades de uma delegacia em Cúcuta, capital de Norte de Santander, região fronteiriça com a Venezuela, que deixou cerca de dez feridos.

Em uma mensagem publicada em sua conta no X, Sánchez ofereceu recompensas pela captura deles ou por informações que levem a ela e prometeu que “as Forças de Segurança não descansarão até encontrá-los e capturá-los para que respondam perante a justiça”.

“O cartel narcoterrorista do ELN vem, há décadas, assassinando colombianos, semeando o terror e destruindo o meio ambiente. Mas a Colômbia não se ajoelha diante da violência. Cúcuta não está sozinha. Uma nação inteira se solidariza com suas vítimas”, afirmou.

A explosão ocorreu a poucos metros também da Central de Abastos de Cúcuta, uma das principais artérias comerciais da cidade, segundo informa a emissora colombiana Blu Radio. Essa detonação foi seguida por mais cerca de quinze explosões, bem como por uma rajada de tiros contra os militares que se encontravam na parte de trás dessas instalações.

A região é palco de um complexo cenário de criminalidade, com disputas entre as guerrilhas do ELN e as dissidências das FARC, além de narcoparamilitares como o Clã do Golfo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado