Publicado 19/08/2026 05:58

O governo boliviano apoia o ministro da Economia, apesar de ele ter sido censurado pela Assembleia

7 de agosto de 2026, El Alto, La Paz, Bolívia: EL ALTO, Bolívia — 7 de agosto de 2026: O presidente boliviano Rodrigo Paz Pereira cumprimenta o público de um veículo militar aberto durante uma procissão oficial na base aérea de El Alto. A cerimônia foi re
Europa Press/Contacto/Jose Fernandez

MADRID 19 ago. (EUROPA PRESS) -

O governo da Bolívia, liderado pelo presidente Rodrigo Paz, manifestou seu apoio ao ministro da Economia, José Gabriel Espinoza, apesar de ele ter sido censurado pela Assembleia Legislativa, ressaltando que ele permanecerá no cargo, uma vez que a votação não obteve o apoio necessário para provocar sua demissão.

Em entrevista coletiva divulgada pelo jornal boliviano “La Razón”, o porta-voz presidencial, José Luis Gálvez, confirmou a permanência de Espinoza no cargo, após argumentar que a votação na Assembleia Legislativa não ocorreu nas condições estabelecidas pela Constituição para levar à destituição do ministro.

“O ministro Espinoza continua no pleno exercício de suas funções, pois a sessão realizada não atendeu aos requisitos necessários; e, de qualquer forma, caso a Assembleia tivesse tomado essa decisão, seria necessário que o Executivo tomasse as medidas cabíveis, o que não ocorreu”, afirmou.

A moção de censura contra o ministro da Economia foi aprovada com 91 votos a favor, 34 contra e quatro abstenções. Segundo Gálvez, a moção de censura a ministros deve obter dois terços dos votos do total de legisladores, ou seja, pelo menos 111 votos do total de 130 parlamentares.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado