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MADRID 27 jun. (EUROPA PRESS) -
O secretário de Estado da Presidência, Justiça e Administração Local da Comunidade de Madri, Miguel Ángel García Martín, classificou neste sábado como “comitê de crise” o Comitê Federal do PSOE, no qual interveio o presidente do Governo, Pedro Sánchez, que se dedicou apenas a “aplaudir o naufrágio do Titanic”.
“É bastante paradoxal ver Pedro Sánchez falar da Espanha de 2031, quando ele não é capaz de explicar o que está acontecendo em nosso país em 2026, quando não é capaz de explicar o que aconteceu em nosso país nos últimos oito anos, a corrupção generalizada que o ‘sanchismo’ nos trouxe”, denunciou o porta-voz do governo regional em declarações aos jornalistas em La Cabrera.
Assim, ele defendeu que os cidadãos, o Congresso dos Deputados e o Senado “se manifestaram” e querem que ele “convoque eleições o mais rápido possível”, que apresente uma moção de confiança e, caso não a supere, “dê um passo à parte e deixe que um governo honrado e responsável assuma as rédeas do país”. “Certamente não aguentamos mais um presidente em rebelião no Palácio da Moncloa”, afirmou García Martín.
Em sua intervenção, Sánchez reiterou que seu partido não se financiou ilegalmente e defendeu as medidas anticorrupção que implementou no partido há um ano. Além disso, afirmou que houve “um caso de corrupção” que afeta a “antiga Secretaria de Organização”, liderada inicialmente por José Luis Ábalos e, posteriormente, por Santos Cerdán — o primeiro condenado a 24 anos de prisão e o segundo investigado em vários processos.
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