VALDEMORO 5 mar. (EUROPA PRESS) -
O Governo da Comunidade de Madri declarou que o Supremo Tribunal de Justiça (CS) tem o "árduo trabalho" de investigar o Procurador Geral do Estado, Álvaro García Ortiz, que "longe de colaborar com a justiça" tem se dedicado a "apagar provas e mudar seu telefone celular".
Foi o que disse o ministro da Presidência, Justiça e Administração Local, Miguel Ángel García Martín, em entrevista coletiva após o Conselho de Governo, depois que o juiz que investiga o procurador-geral do Estado por supostamente revelar segredos concordou em prorrogar a investigação por seis meses. "Francamente, não estou surpreso", disse ele.
A esse respeito, ele destacou que o procurador-geral "eliminou provas" que poderiam incriminá-lo ou a outras pessoas da comitiva de Moncloa, "que são as que orquestraram uma operação estatal contra um adversário político", em referência à presidente de Madri, Isabel Díaz Ayuso.
"Parece lógico que o magistrado, já que o promotor está dificultando tanto as coisas para ele, tenha que estender a investigação para tentar reconstruir todas essas provas", disse ele.
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