Publicado 02/10/2025 09:23

O governo de Aragão pede que o governo central assuma 50% das despesas causadas pelas tempestades.

Operação de limpeza após a tempestade "Gabrielle" em Cuarte de Huerva.
DGA.

ZARAGOZA 2 out. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Finanças, Interior e Administração Pública do Governo de Aragão, Roberto Bermúdez de Castro, solicitou ao governo central, nesta quinta-feira, que assuma 50% dos custos decorrentes das fortes tempestades que causaram danos a vários municípios da comunidade autônoma e declare afetadas todas as áreas em que houve tempestades em agosto passado e no domingo, 28 de setembro.

Foi isso que ele disse à mídia nos corredores das Cortes, ressaltando que essa é uma das medidas incluídas no decreto-quadro sobre ajuda para emergências, aprovado na quinta-feira pelo Conselho do Governo.

O decreto-quadro regulamenta o conjunto de medidas urgentes e extraordinárias para reparar os danos e prejuízos causados pelas chuvas torrenciais registradas entre 31 de agosto e 28 de setembro em várias regiões da Comunidade Autônoma.

Este Decreto-Lei 6/2025 estabelece um quadro jurídico estável e previsível para ajudar as pessoas afetadas e acelerar o retorno à normalidade nas áreas afetadas.

Dessa forma, regulamenta todas as medidas urgentes para reparar os danos e prejuízos causados pelas chuvas torrenciais e por qualquer outra emergência de proteção civil que possa afetar Aragão no futuro.

Uma base regulatória a ser aprovada no início do ano permitirá que os efeitos do decreto sejam sucessivamente estendidos à medida que ocorrerem danos emergenciais. Dessa forma, a ajuda poderá ser concedida "de forma mais flexível" a partir de agora, disse Bermúdez de Castro à mídia. Ele lembrou que um decreto-lei também foi aprovado com a lista de auxílios para pessoas, propriedades e o setor agrícola.

ARMAZÉNS INDUSTRIAIS

No caso da tempestade 'Gabrielle', que ocorreu no domingo passado e afetou Cadrete, Cuarte de Huerva, Santa Fé e María de Huerva em particular, os maiores danos foram causados a armazéns industriais e empresas, embora também a garagens, carros e garagens.

Bermúdez de Castro comentou que 12 brigadas do Infoar ainda estão ativas no local na quinta-feira e que o trabalho está se concentrando em Santa Fé, onde "ainda há muita lama" nas casas localizadas próximas ao rio Huerva e em uma área de Cadrete também próxima ao leito do rio.

"Vamos manter as brigadas lá pelo tempo que for necessário, pensávamos que iríamos terminar amanhã, sexta-feira, mas ainda temos mais trabalho a fazer e vamos continuar", disse ele.

O posto de comando avançado permanece aberto em Cuarte de Huerva e os serviços de emergência de todas as administrações continuarão "pelo tempo que for necessário".

Ele destacou que no eixo do Huerva "algum tipo de intervenção ou trabalho pode ser feito para evitar que isso aconteça no futuro", continuou o Ministro do Interior, acrescentando que a Confederação Hidrográfica do Ebro (CHE) está trabalhando nesse aspecto.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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