Publicado 01/10/2025 03:43

O governo aconselha a flotilha de Gaza a não entrar na zona de exclusão; o navio de resgate não terá permissão de acesso.

O navio de ação marítima 'Furor' sai do porto de Cartagena, a caminho de apoiar os navios da Flotilha Global Sumud que se dirigem a Gaza, em 26 de setembro de 2025, em Cartagena, Murcia (Espanha). A Flotilha segue para Gaza
Ministerio de Defensa

O navio do exército espanhol já está em um raio operacional para realizar operações de resgate, se necessário.

MADRID, 1 out. (EUROPA PRESS) -

O governo espanhol recomendou aos membros da flotilha que se dirige a Gaza que não entrem na zona de exclusão estabelecida pelo exército israelense, porque o navio de resgate marítimo não pode acessá-la, pois colocaria em risco sua tripulação e os próprios membros da flotilha, segundo fontes do governo espanhol, conforme relatado à Europa Press.

A Global Sumud Flotilla informou na terça-feira que já havia chegado à área em águas internacionais onde Israel já havia atacado embarcações anteriores carregadas com ajuda humanitária destinada à Faixa de Gaza.

Por sua vez, o governo espanhol informou que o navio de resgate marítimo do exército já está em um raio operacional para realizar operações de resgate, se necessário.

O ACESSO SIGNIFICARIA COLOCAR A TRIPULAÇÃO EM RISCO

No entanto, o governo deixou claro para os membros da flotilha, carregada de ajuda humanitária com destino a Gaza, que o navio não poderá entrar na zona de exclusão estabelecida pelo exército israelense, pois isso "colocaria em risco a integridade física de sua tripulação e da própria flotilha".

Por esse motivo, o governo "recomenda enfaticamente" que a flotilha não entre na zona de exclusão nas circunstâncias atuais, pois, insistiram, "isso colocaria sua própria segurança em grave risco".

O governo considera a missão da flotilha "louvável e legítima", mas ressalta que as vidas de seus membros "devem vir em primeiro lugar".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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