Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) - O ex-presidente Felipe González declarou-se nesta terça-feira “amigo” de Borja Cabezón, o dirigente socialista que, segundo informações da imprensa, está envolvido em engenharia fiscal, e embora afirme não ter “nenhuma ideia” sobre sua atividade profissional, quis deixar claro que não vai “abandoná-lo”.
“Borja Cabezón é meu amigo, não é amigo de Sánchez, mas meu, desde os 17 anos, ele e Gonzalo Miró, desde que a mãe de Gonzalo (Pilar Miró) faleceu; portanto, meus amigos sempre foram garotos de 17 anos”, comentou ele no Congresso, antes de participar do evento organizado para comemorar que a Constituição de 1978 é a mais duradoura da história da Espanha.
BORJA TERÁ QUE EXPLICAR Segundo explicou, ele sempre acompanhou “politicamente” Borja Cabezón, embora desconheça suas atividades na vida particular e não tenha “nenhuma ideia” sobre o período em que lhe são atribuídos laranjas e operações para pagar menos impostos. “Isso tem que ser explicado por Borja, que tem capacidade suficiente para explicá-lo”. Embora não tenha falado com Cabezón desde que a notícia veio a público, ele quis deixar claro que não vai abandoná-lo: “Eu nunca abandono um amigo, nunca”, enfatizou.
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