Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 23 out. (EUROPA PRESS) -
A atual dirigente do PSOE, Ana María Fuentes, reconheceu que o secretário-geral dos socialistas e presidente do governo, Pedro Sánchez, pode ter recebido dinheiro para alguma liquidação, embora tenha assinalado que não sabe se isso ocorreu, mas defendeu a origem "lícita" desse dinheiro.
Durante sua participação no comitê de investigação do Senado sobre todas as ramificações do "caso Koldo", a gerente socialista desde 2021 explicou às perguntas da UPN que o presidente do governo, "como qualquer pessoa que trabalha para a organização", pôde receber dinheiro do partido.
"E ele foi pago por meio de transferências e também em dinheiro em algumas ocasiões", acrescentou Ana María Fuentes, que passou a esclarecer que não sabe se esses possíveis pagamentos em dinheiro ocorreram com o gerente socialista anterior.
Quando expressamente perguntada se no encerramento do ano de 2021 ela viu algum papel ou liquidação de Sánchez, Ana María Fuentes disse que não se lembra, embora tenha ressaltado que há vários anos audita as contas do partido e não pode conhecer "cada um dos pagamentos que são feitos e a forma como são feitos".
De qualquer forma, ela afirmou que o pagamento em dinheiro "era uma prática feita em pouquíssimas ocasiões" e que "o normal" era pagar em transferências, embora tenha enfatizado que "a origem era legal" e que o presidente do governo "estava sujeito ao mesmo processo de liquidação que o restante dos funcionários da casa".
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