A. Pérez Meca - Europa Press - Arquivo
MADRID 1 abr. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Saúde e líder do Más Madrid, Mónica García, defendeu a importância das coalizões com “raízes territoriais e que tenham algo a dizer aos seus cidadãos”, uma questão que, em sua opinião, “não se determina na última semana antes das eleições”, mas que vem sendo “construída” no espaço progressista “há muitos meses”.
Foi assim que García respondeu em uma entrevista no programa “La hora de La 1” da “TVE”, divulgada pela Europa Press, após ser questionada sobre a consulta do Podemos quanto à sua participação na candidatura unificada da esquerda alternativa que se apresentará nas eleições andaluzas do próximo dia 17 de maio.
García acrescentou que, para que uma candidatura funcione em eleições regionais, tal como ocorreu na Extremadura ou em Aragão, é necessário trabalhar durante os meses que antecedem as eleições, uma vez que “isso não se determina na última semana antes das eleições”.
“As forças progressistas que têm enraizamento territorial são as que obtêm bons resultados nas urnas. No fim das contas, uma coalizão de dois mais dois não funciona”, acrescentou.
Dito isso, ela destacou que o espaço progressista é capaz de chegar a um acordo, embora tenha defendido que precisa de uma “referência e estabilidade” a longo prazo, em que os diferentes partidos à esquerda do PSOE sejam capazes, “com esse enraizamento territorial”, de convencer os cidadãos de que são “as únicas forças” que levam o país “em direção às medidas e políticas mais transformadoras”.
Por fim, questionada sobre a liderança da nova confluência na esquerda alternativa em nível nacional, ela não deixou dúvidas sobre seu papel no futuro. “Encantada de estar onde tiver que estar e encantada de remar para que esse espaço progressista zele pelo que já estamos fazendo”, assegurou.
“E o último passo será decidir entre todos, e por todos, quem será a figura de proa desse projeto que, naturalmente, terá de prestar contas a esse espaço progressista”, esclareceu.
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