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MADRID 13 jun. (EUROPA PRESS) -
A Procuradoria Geral da Colômbia anunciou nesta quinta-feira a abertura de uma "investigação preliminar" contra o presidente do país, Gustavo Petro, e "todos" os ministros que assinaram o decreto de consulta popular sobre um projeto de reforma trabalhista.
"Em virtude de uma denúncia apresentada por vários cidadãos, foi aberta uma investigação preliminar contra todos os ministros que assinaram o decreto 639 de 2025", disse em um comunicado.
O órgão também disse que estava "intervindo em dois processos perante o Conselho de Estado contra o ato de votação do Senado de 14 de maio de 2025, que rejeitou o pedido do governo para um referendo".
Por outro lado, assegurou que "garantirá o respeito à Constituição e a independência dos poderes", ao mesmo tempo em que pede aos cidadãos e às autoridades que cumpram as resoluções que forem produzidas em relação ao polêmico decreto.
A reclamação foi apresentada por várias pessoas, inclusive um vereador do Centro Democrático, da oposição, que denunciou o decreto como ilegal por não respeitar a separação de poderes, levando em conta que a convocação para consulta é de competência do Senado.
Em meados de maio, a câmara alta anulou o referendo de doze perguntas sobre a reforma trabalhista por 49 votos contra e 47 a favor, embora o governo tenha denunciado fraude depois que a câmara permitiu que um dos senadores da oposição mudasse seu voto depois de já ter votado. A nova consulta proposta pelo governo inclui quatro perguntas adicionais sobre questões de saúde.
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