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MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
Os ministros das Relações Exteriores do G7 expressaram no domingo sua "profunda preocupação" com as "ações provocativas" da China, em particular com os recentes exercícios militares em larga escala em torno de Taiwan, argumentando que essas atividades são "cada vez mais frequentes e desestabilizadoras".
Autoridades diplomáticas do Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e EUA, bem como o Alto Representante da UE, lamentaram que essas ações "estão aumentando as tensões entre os dois lados do Estreito e colocando em risco a segurança e a prosperidade globais".
Em um comunicado conjunto, eles destacaram que "têm interesse em preservar a paz e a estabilidade no Estreito", ao mesmo tempo em que enfatizaram que "se opõem a qualquer ação unilateral que ameace essa paz e estabilidade, inclusive por meio de força ou coerção".
O Comando do Teatro Oriental de Operações do exército chinês explicou na terça-feira que estava "testando" suas capacidades contra a ameaça dos "grupos separatistas" de Taiwan com novos exercícios militares, incluindo "ataques de precisão" perto do continente.
Os laços entre as partes foram cortados em 1949, depois que as forças do Partido Nacionalista Kuomintang sofreram uma derrota na guerra civil contra o Partido Comunista e se mudaram para o arquipélago. As relações foram restabelecidas apenas em um nível comercial e informal no final da década de 1980.
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