Publicado 27/07/2026 08:04

A frente do incêndio de Ávila, na região de Toledo, está “a 200 metros” de ficar “consolidada e delimitada”

Imagem da fumaça do incêndio florestal, em 27 de julho de 2026, em Navas del Rey, Madri (Espanha). Os incêndios florestais que afetam a Comunidade de Madri diminuíram seu avanço durante a noite, uma evolução que permitiu às equipes de combate a incêndios
Alejandro Martínez Vélez - Europa Press

TOLEDO 27 jul. (EUROPA PRESS) -

O delegado do Governo em Castela-La Mancha, José Pablo Sabrido, afirmou que a frente do incêndio do Vale do Tiétar, na região de Toledo, está a “cerca de 200 metros” de ficar “consolidada e delimitada”.

Sabrido, em declarações à imprensa após a reunião do Cecopi nesta segunda-feira, explicou, com relação ao incêndio que se originou em Castela e Leão e que se espalhou até a província de Toledo, que essa frente, que se estende de La Iglesuela até La Adrada, já na província de Ávila, está “consolidada e delimitada”, faltando apenas “cerca de 200 metros”, o que faz com que estejam “razoavelmente satisfeitos”.

Por isso, foi comunicado ao comando integrado da emergência que as unidades provenientes da Andaluzia e da Região de Múrcia, que estão presentes na área, estão à disposição para que “possam ser utilizadas em outros locais onde forem necessárias”.

Dessa forma, explicou ele, a área ficaria coberta pelos serviços do Infocam de Castela-La Mancha e pelo apoio da UME.

Sabido ressaltou que, de qualquer forma, a situação no Vale do Tiétar estaria “delimitada ou contida”, mas “em nenhum caso controlada”, afirmando que a linguagem dos técnicos é “complexa” porque “ninguém quer criar falsas expectativas”.

AVALIAR O RETORNO EM OITO MUNICÍPIOS

Quanto aos moradores evacuados em onze municípios da província de Toledo, o delegado explicou que foi solicitado à UME que estude o retorno às suas casas dos moradores evacuados em oito localidades da Serra de San Vicente, embora tenha ressaltado que isso não se aplica aos três localizados no Vale do Tiétar.

De qualquer forma, argumentou ele, caberá à UME e ao comando operacional da emergência autorizar esse retorno; por isso, disse ele, “o que está acima de tudo é a segurança das pessoas e, nesse ponto, não queremos que haja nenhum risco”.

Nesse sentido, ele aproveitou para fazer um apelo à “prudência” a todos os cidadãos, lembrando que “há profissionais magníficos trabalhando”.

“Sabemos que as pessoas podem estar nervosas porque já querem voltar para suas casas, mas eu pediria prudência e muita confiança. Temos profissionais excelentes que estão trabalhando dia e noite para apagar o incêndio e garantir a segurança das pessoas e de suas casas”, reiterou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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