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MADRID 12 nov. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, criticou nesta terça-feira as "operações militares" realizadas desde setembro pelo exército dos Estados Unidos contra navios em águas caribenhas, coincidindo com o envio de um porta-aviões norte-americano para a América Latina e com sua reunião com seus colegas do G7 no Canadá.
"Observamos com preocupação as operações militares no Caribe porque elas ignoram o direito internacional e porque a França tem presença nessa região por meio de seus territórios ultramarinos, onde vivem mais de um milhão de nossos compatriotas", disse ele em declarações à imprensa divulgadas pela televisão France 24.
O chefe da diplomacia francesa enfatizou a necessidade de evitar "a instabilidade causada por possíveis escaladas", depois que o governo de Nicolás Maduro anunciou o envio de 200 mil soldados em resposta à "ameaça" representada por Washington na região.
Barrot fez essas observações de Niagara-on-the-Lake, na província canadense de Ontário, que está sediando conversas entre os ministros das Relações Exteriores dos países do G7 - Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos - sobre a guerra na Ucrânia e o plano para o futuro da Faixa de Gaza proposto pelo inquilino da Casa Branca, Donald Trump.
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