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MADRID 11 jul. (EUROPA PRESS) -
A promotoria de Paris abriu uma investigação formal sobre a rede social X, de propriedade do bilionário sul-africano Elon Musk, pelo uso de seu algoritmo para promover "interferência estrangeira".
A investigação é para "o suposto uso do algoritmo X (antigo Twitter) para interferência estrangeira", disse o escritório do promotor em um comunicado, especificando que a Gendarmerie foi ordenada a investigar a plataforma.
Em particular, ela se concentrará na "alteração das operações do sistema de processamento automático de dados por uma quadrilha organizada" e na "extração fraudulenta de dados de um sistema de processamento automático de dados por uma quadrilha organizada".
A acusação foi iniciada após uma carta enviada à seção de crimes cibernéticos da promotoria pública em 12 de janeiro pelo deputado centrista Eric Bothorel, alegando o "envolvimento pessoal de Elon Musk no gerenciamento da plataforma", que representa "uma ameaça às nossas democracias".
O gabinete do promotor abriu "procedimentos técnicos preliminares" com base em "contribuições de investigadores franceses e informações fornecidas por várias instituições públicas".
No início desta semana, dois parlamentares franceses apresentaram uma queixa contra a X à Autoridade Reguladora de Comunicação Digital e Audiovisual (ARCOM) por comentários antissemitas e racistas feitos por Grok, o chatbot da X.
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