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MADRID 14 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, declarou nesta terça-feira que espera que o novo governo da Hungria, que será formado em breve após as eleições realizadas no fim de semana naquele país do Leste Europeu, retire o veto à concessão de novos pacotes de ajuda à Ucrânia no contexto da invasão do país.
Assim, ele indicou que esse processo eleitoral propiciou “a derrota de Viktor Orbán”, mas também “a derrota de um grande número de seus seguidores reacionários no seio da comunidade internacional”, segundo declarações feitas durante uma entrevista à emissora de rádio RFI.
Barrot, que classificou Orbán como o “cavalo de Tróia de Vladimir Putin na União Europeia”, instou agora aquele que será seu sucessor à frente da Hungria, Péter Magyar, vencedor das eleições, a “retirar esse veto”. “As políticas que Orbán defendia em relação à Ucrânia provocaram sua queda”, acrescentou.
Nesse sentido, ele afirmou que o caminho de Orbán “acabou por obstruir sua própria política” e disse estar “satisfeito” por “esses obstáculos terem sido eliminados”.
“Esperamos que Magyar cumpra o que prometeu: restabelecer alguns dos pilares do Estado de Direito que foram destruídos por Viktor Orbán e devolver a Hungria ao seu lugar ao lado dos países europeus. Além disso, retirar uma série de vetos impostos sem qualquer motivo”, observou.
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