Europa Press/Contacto/Sebastien Toubon
MADRID 25 fev. (EUROPA PRESS) - O Ministério das Relações Exteriores da França encerrou nesta quarta-feira a polêmica com o embaixador dos Estados Unidos em Paris, Charles Kushner, e confirmou que o acesso direto do diplomata americano aos membros do governo foi restabelecido.
“O incidente está encerrado (...) Não há mais motivos para que Kushner não possa exercer plenamente suas funções de representação”, esclareceram fontes próximas ao ministério, depois que o diplomata garantiu ao ministro das Relações Exteriores, Jean-Noel Barrot, que não interferiria no debate público francês.
Paris havia vetado anteriormente o acesso direto de Kushner aos membros do governo após ele não comparecer a uma convocação prévia do Ministério das Relações Exteriores por causa de declarações sobre o assassinato do jovem ultranacionalista Quentin Deranque.
Tanto o embaixador americano — que também é pai do genro de Trump, Jared Kushner — quanto o ministro concordaram durante uma ligação na véspera que continuarão trabalhando nos próximos dias “para continuar trabalhando em uma estreita relação bilateral que comemora seu 250º aniversário este ano”.
Barrot anunciou no domingo que convocaria Kushner por “instrumentalizar” o assassinato do jovem ultranacionalista, depois que a Embaixada dos Estados Unidos na França denunciou nas redes sociais que o “extremismo violento de esquerda está em ascensão, e seu papel na morte de Quentin Deranque demonstra a ameaça que representa para a segurança pública”.
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