Publicado 19/09/2025 21:05

França confirma lista de dez países, incluindo Andorra, que reconhecerão o Estado palestino

18 de setembro de 2025, Nova York, Nova York, Estados Unidos: Reunião do Conselho de Segurança sobre a situação no Oriente Médio enquanto os membros se preparam para votar no projeto de resolução do conflito palestino-israelense na sede da ONU em Nova Yor
Europa Press/Contacto/Lev Radin

MADRID 20 set. (EUROPA PRESS) -

As autoridades francesas confirmaram que dez países reconhecerão o Estado palestino, tendo em vista a reunião da próxima semana da Assembleia Geral das Nações Unidas, na qual o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, participará por via telemática, após o veto do governo norte-americano à entrada nos Estados Unidos.

De acordo com fontes do Eliseu, os países que tomarão essa medida são Andorra, Austrália, Bélgica, Canadá, Luxemburgo, Portugal, Malta, Reino Unido e San Marino, além da França. A maioria deles já havia tornado pública sua posição sobre o assunto.

Andorra, por sua vez, ainda não havia se pronunciado sobre o reconhecimento do Estado palestino e, há alguns meses, apresentou várias condições para tomar a decisão, inclusive que essa medida fosse tomada pela comunidade internacional e uma "paz justa que dure o maior tempo possível".

A Palestina é observadora permanente na ONU desde 2012 e apresentou várias iniciativas para dar um passo definitivo. De fato, os Estados Unidos vetaram um projeto de resolução em abril de 2024 que recomendava a admissão do Estado palestino como membro pleno, e o governo Trump não deu sinais de mudar sua posição.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu argumentou que esse reconhecimento é uma "recompensa" pelas atrocidades do Hamas, e chegou a acusar o presidente francês Emmanuel Macron de "alimentar o ódio antissemita", tendo sido o principal defensor de que outros países tomassem essa decisão.

Anteriormente, países europeus como Espanha, Irlanda, Noruega e Eslovênia já haviam dado o passo em 2024, em um esforço conjunto que foi duramente repreendido pelo governo de Netanyahu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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