ORGANIZACIÓN DE NACIONES UNIDAS
MADRID 27 out. (EUROPA PRESS) -
O governo francês condenou os tiros disparados no domingo pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) contra posições da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) e exigiu "proteção" para os 'capacetes azuis' e para todas as instalações da ONU, "de acordo com o direito internacional".
O Ministério das Relações Exteriores da França, que lembrou que esse incidente ocorre após incidentes anteriores em 2 e 11 de outubro, pediu que a UNIFIL possa exercer seu mandato "plenamente" e tenha "liberdade de movimento" na área em que está posicionada, na parte sul do Líbano.
"Nesse contexto difícil, saudamos a coragem, o profissionalismo e o compromisso da equipe da UNIFIL", disse o ministério.
A França, que tem cerca de 650 soldados destacados nessa missão, também pediu respeito ao cessar-fogo que Israel e o grupo xiita Hezbollah acordaram há quase um ano. A esse respeito, a França ressaltou que não pode haver "exceção" a esses compromissos, que também exigem que Israel "se retire completamente do território libanês".
A UNIFIL informou no domingo que um drone sobrevoou uma patrulha em Kfar Kila e lançou uma granada contra ela. "Momentos depois, um tanque israelense disparou contra os 'capacetes azuis'", disse a missão, que descartou a possibilidade de ferimentos pessoais ou danos materiais.
No entanto, o exército israelense acusou os 'capacetes azuis' de abater "deliberadamente" um drone "que não representava nenhuma ameaça" e negou que tenha aberto fogo contra os soldados presentes na área, onde reconheceu que lançou uma granada com o suposto objetivo de impedi-los de se aproximar do local.
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