Publicado 20/03/2026 09:32

A França apreende no Mediterrâneo um petroleiro suspeito de fazer parte da "frota fantasma" da Rússia

A operação foi realizada com o apoio de outros “parceiros”, entre os quais o Reino Unido

11 de março de 2026, Paris, Île-de-France (Região, França): O presidente da República, Emmanuel Macron, recebeu o primeiro-ministro do Reino dos Países Baixos, Rob Jetten, no Palácio do Eliseu em 11 de março de 2026.
Europa Press/Contacto/Julien Mattia

MADRID, 20 mar. (EUROPA PRESS) -

A Marinha da França anunciou nesta sexta-feira a apreensão do navio “Deyna”, com bandeira de Moçambique e suspeito de fazer parte da “frota fantasma” da Rússia, uma operação liderada por Paris na qual participaram outros “parceiros”, entre eles o Reino Unido.

“Mantemos o rumo. A Marinha francesa capturou no Mediterrâneo outro navio da 'frota fantasma', o 'Deyna'", afirmou o presidente francês, Emmanuel Macron. “A guerra no Irã não impedirá a França de continuar apoiando a Ucrânia, onde a guerra de agressão da Rússia continua”, acrescentou.

“Esses navios, que contornam as sanções internacionais e violam o direito marítimo, são especuladores de guerra. Eles buscam acumular lucros e financiar o esforço bélico russo”, declarou em uma mensagem nas redes sociais. “Não permitiremos isso”, concluiu.

Por sua vez, o Exército francês destacou em um comunicado divulgado à imprensa que a operação foi realizada em um petroleiro “que arvorava bandeira moçambicana e vinha de Murmansk, na Rússia”.

“Com base no artigo 110 da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, esta operação visava verificar a nacionalidade de um navio suspeito de arvorar bandeira falsa”, indicou, antes de acrescentar que a equipe a bordo “confirmou as suspeitas sobre a regularidade da bandeira” após inspecionar os documentos encontrados no ‘Deyna’.

O Exército francês informou em suas redes sociais que o navio “foi escoltado até um ancoradouro para a realização de investigações adicionais” a pedido do promotor de Marselha, que foi notificado e ao qual foi enviado um relatório sobre as dúvidas quanto à legalidade da bandeira sob a qual o petroleiro navegava.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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