Europa Press/Contacto/Jimmy Villalta - Arquivo
Alerta de que está sendo negada a anistia a pessoas que “indiscutivelmente” deveriam poder se beneficiar dela MADRID 14 mar. (EUROPA PRESS) -
A ONG Foro Penal informou nas últimas horas que foram contabilizadas um total de 690 libertações de presos políticos na Venezuela desde o anúncio das autoridades sobre as libertações nesse sentido, em 8 de janeiro de 2026.
“Verificamos 690 presos políticos libertados na Venezuela desde 8 de janeiro de 2026”, publicou o presidente do Foro Penal, Alfredo Romero, nas redes sociais.
Por sua vez, o vice-presidente do Foro Penal, Gonzalo Himiob, denunciou que, na última semana, ocorreram várias decisões judiciais negando a anistia a pessoas que, “indiscutivelmente”, deveriam se beneficiar dela.
“Esses juízes estão descumprindo a lei e, além disso, a ordem (que é uma ordem, não uma ‘sugestão’) que lhes foi dada pela AN em 19/2/2026”, destacou.
As autoridades venezuelanas estimam em mais de 7.365 o número de pessoas que obtiveram a “liberdade total” graças à lei de anistia, aprovada no último dia 20 de fevereiro e que abre caminho para a libertação de quem cometeu crimes desde 1999.
A lei abre caminho para a libertação de quem cometeu crimes desde 1999 e, segundo o governo da Venezuela, já foram recebidos 1.557 pedidos de anistia, embora ela se aplique com base em treze eventos previstos no artigo 8º do texto, entre eles o golpe de Estado de abril de 2002 contra o ex-presidente Hugo Chávez, a greve petrolífera entre 2002 e 2003, o referendo revogatório contra Chávez em 2004 e diversos protestos antigovernamentais em 2007, 2013, 2017 e 2024.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático