Publicado 13/07/2026 15:58

A força internacional que será enviada à Ucrânia realizará exercícios “nos próximos meses”

COMUNICADO À IMPRENSA – 13 de julho de 2026, França, Paris: O presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa; o chanceler alemão, Friedrich Merz; o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky; o presidente francês, Emmanuel Macron; o primeiro-ministro britâni
Christophe Licoppe/European Coun / DPA

MADRID 13 jul. (EUROPA PRESS) -

Os líderes da Coalizão de Voluntários concordaram que as tropas internacionais que farão parte da futura Força Multinacional — a ser mobilizada na Ucrânia assim que for alcançado um acordo de cessar-fogo com a Rússia — realizarão exercícios militares em países vizinhos “nos próximos meses”.

“Elas serão mobilizadas nos países vizinhos da Ucrânia para verificar nossos planos de mobilização e demonstrar que estamos preparados, determinados e somos confiáveis, por terra, ar e mar”, explicou o presidente francês, Emmanuel Macron, durante uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, e os líderes do Reino Unido e da Alemanha, Keir Starmer e Friedrich Merz.

Suas declarações foram feitas após uma nova reunião da Coalizão de Voluntários, realizada na capital francesa, Paris, na qual os participantes acolheram com “satisfação” o apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às garantias de segurança para a Ucrânia durante a recente cúpula da OTAN em Ancara.

Os membros — Ucrânia, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Dinamarca, Suécia, Países Baixos, Noruega e Espanha — afirmaram em uma declaração conjunta que “a Força Multinacional para a Ucrânia (MNF-U) está pronta para operar e agir com o objetivo de reestruturar as forças ucranianas e garantir a segurança da Ucrânia dentro de seu território”, a pedido de Kiev.

Além disso, reiteraram seu apoio ao diálogo direto entre as partes, ao estabelecimento de um cessar-fogo na linha de contato e à continuação de negociações “construtivas”, desde que sejam baseadas nos princípios de que “não há paz sem a Ucrânia” e de que “não se pode negociar nenhum acordo sobre os interesses e a segurança europeus sem os europeus”.

“Estamos comprometidos em intensificar a pressão econômica sobre a Rússia enquanto ela continuar atacando a Ucrânia. Continuaremos reforçando nossas sanções e coordenando nossas ações para evitar que elas sejam contornadas”, afirmaram na declaração, declarando que estão dispostos a aumentar o fornecimento de sistemas de defesa aérea, interceptores e armas de longo alcance.

SOBRE O PROCESSO DE ADESÃO DA UCRÂNIA

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou após a reunião que o bloco comunitário “está totalmente unido em sua estratégia de paz por meio da força”, com consensos como “aumentar o apoio à Ucrânia, intensificar a pressão sobre a Rússia e avançar no caminho rumo a uma paz justa e duradoura”.

“Esperamos com interesse avançar no processo de adesão da Ucrânia à UE: amanhã, daremos início a mais um bloco de negociações, aproximando o país mais um passo de seu futuro europeu. O alargamento é uma garantia fundamental de segurança: precisamos continuar e acelerar esse processo”, afirmou em suas redes sociais.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado