MADRID, 3 nov. (EUROPA PRESS) -
Sete voos europeus registraram ameaças falsas de bomba ao longo da manhã desta terça-feira, o que obrigou as autoridades da Polônia, Itália, Bulgária e Espanha a acionarem medidas de segurança.
No caso da Espanha, o aeroporto de Múrcia acionou seus protocolos devido a um alerta a bordo de um avião da companhia aérea Ryanair proveniente da cidade britânica de Manchester.
Outras duas aeronaves afetadas por esses alertas haviam partido com destino à capital polonesa, Varsóvia, após decolarem de Londres, capital do Reino Unido, e de Copenhague, capital da Dinamarca, respectivamente.
“Informamos que a ameaça de bomba foi cancelada às 12h21 (hora local da Polônia). Após a intervenção dos serviços competentes, o aeroporto de Varsóvia/Modlin retomou suas operações normalmente”, informaram as autoridades aeroportuárias do aeroporto polonês, que destacaram que a situação causou atrasos na partida de alguns voos.
No caso da Bulgária, o Ministério do Interior informou que duas aeronaves com destino a Sófia, a capital búlgara, e provenientes de Bérgamo, na Itália, e de Dublin, na Irlanda, receberam alertas de bomba. Após o pouso no país, as aeronaves foram inspecionadas por agentes da Unidade Especializada de Combate ao Terrorismo em busca de possíveis dispositivos explosivos.
O próprio ministro dos Transportes e Comunicações da Bulgária, Georgi Peev, declarou que não foram encontrados artefatos explosivos nas duas aeronaves sobre as quais foram recebidas as ameaças, segundo informações da agência de notícias BTA.
A esses cinco voos, somam-se outros dois: um que partiu de Dublin e outro que partiu de Lisboa. Ambos pousaram no aeroporto de Fiumicino, na capital italiana, onde tiveram que ser revistados após o registro de ameaças semelhantes. As inspeções foram concluídas sem que se encontrasse nada relevante, embora a Força Aérea italiana tenha se visto obrigada a mobilizar duas aeronaves para escoltar um dos aviões suspeitos, informou o jornal “La Stampa”.
No total, quatro dos sete voos eram da companhia aérea irlandesa Ryanair, enquanto o sexto era da companhia polonesa LOT (aquele que voava de Londres para Varsóvia) e o sétimo da escandinava SAS (que partiu de Copenhague com destino a Varsóvia). Todos os casos acabaram se revelando falsos.
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