Europa Press/Contacto/Hasan Mrad
MADRID 15 set. (EUROPA PRESS) -
A Global Sumud Flotilla (GSF) está iniciando "a última etapa de sua jornada histórica" em direção às costas da Faixa de Gaza e planeja reunir toda a frota em águas internacionais após a partida de dezenas de navios da Itália, Tunísia e Grécia e depois de fazer alterações de segurança em seu plano, como a redução da capacidade de alguns navios.
"Ontem, 18 navios partiram de Catânia, na Itália. Dezenas de outros partirão da Tunísia e da Grécia hoje e amanhã, e toda a frota logo convergirá em águas internacionais para continuar sua jornada para Gaza", disse a organização em um comunicado, no qual afirmou ter feito mudanças para reforçar a segurança dos ativistas a bordo.
A organização explicou que "dois ataques de drones a navios atracados na Tunísia, obstáculos logísticos e falta de combustível" atrasaram a partida da flotilha, e que "as terríveis ameaças feitas pelo ministro israelense (da segurança, Itamar) Ben Gvir aos passageiros da flotilha", que apresentou uma proposta para classificar os ativistas da flotilha como "terroristas", levaram-na a implementar um "planejamento de segurança exaustivo".
Diante dessa situação, a organização decidiu "transferir alguns navios para outros portos para os preparativos finais, realizar testes rigorosos no mar e adaptar nossos protocolos de segurança". Como resultado, "e em antecipação às condições cada vez mais hostis", ela "teve que tomar a difícil decisão de reduzir a capacidade de participantes em vários navios que partem para Gaza", reconheceu a flotilha em sua declaração.
O comitê de direção do GSF continua a compartilhar sua infinita gratidão com aqueles que estiveram presentes e engajados nessa importante causa", diz a declaração, explicando que "mudanças estratégicas em nossos planos nos permitirão proteger melhor os participantes na maior medida possível, preservar o impacto da missão e demonstrar a resiliência desse movimento global pela Palestina".
Ao fazer isso, a Global Sumud Flotilla reiterou sua "firme determinação de desafiar o cerco ilegal de Israel e fazer todo o possível para acabar com o genocídio em Gaza".
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