Europa Press/Contacto/Matteo Nardone
MADRID 2 out. (EUROPA PRESS) -
A Global Sumud Flotilla assegurou que a interceptação de seus navios em águas internacionais pelas forças israelenses constitui um crime de guerra e pediu a intervenção de governos e organizações internacionais para garantir a segurança dos detidos e "exigir sua libertação imediata".
A flotilha explicou em um comunicado que as Forças de Defesa de Israel (IDF) formaram uma corrente em águas onde "não têm jurisdição", o que exporia ainda mais o "bloqueio ilegal" imposto à Faixa de Gaza. Além disso, de acordo com os organizadores, os militares usaram canhões de água, "contaminaram" a água e bloquearam "sistematicamente" as comunicações dos navios, "em mais atos de agressão contra civis desarmados".
A flotilha, que usou termos como "sequestro" ou "detenção ilegal" para se referir às prisões, alertou que, apesar dessa interceptação, o compromisso "continua claro" e envolve a quebra do bloqueio israelense e a contribuição para acabar com o "genocídio" na Faixa de Gaza.
"Cada ato de repressão contra nossa flotilha, cada escalada de violência em Gaza e cada tentativa de reprimir ações de solidariedade apenas fortalece nossa determinação", disse ele.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel disse na quinta-feira que nenhum dos navios da Flotilha Global Sumud conseguiu romper o "bloqueio naval" imposto pelas FDI a Gaza e confirmou a prisão de todos os ativistas, que prometeu deportar para a Europa. "A provocação acabou", disse ele.
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