Publicado 05/04/2026 17:50

A FINUL adverte o Hezbollah e Israel de que seus militares podem "retribuir o fogo" caso sejam atacados

5 de abril de 2026, Líbano: Soldados da UNIFIL patrulham uma rua nos arredores de Marjaayoun, no Líbano, em 5 de abril de 2026. Pelo menos três soldados da UNIFIL foram mortos desde que a guerra se intensificou no início de março.
Europa Press/Contacto/Daniel Carde

MADRID 5 abr. (EUROPA PRESS) -

A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) criticou novamente neste domingo os últimos ataques sofridos pelo contingente internacional, que causaram a morte de três militares indonésios na última semana, e alertou que os soldados poderiam “retribuir o fogo” caso fossem atacados.

“Estamos extremamente preocupados com os ataques de combatentes do Hezbollah e de soldados israelenses lançados a partir das imediações de nossas posições. Potencialmente, poderíamos revidar”, advertiu a FINUL em um comunicado.

Essas atividades “colocam em risco as forças de manutenção da paz”. Por isso, insta ambas as partes a “baixarem as armas e trabalharem seriamente para conseguir um cessar-fogo”.

“Não há solução militar para este conflito e prolongá-lo só causa mais mortes e destruição em ambos os lados”, alertou a porta-voz da UNIFIL, Kandice Ardiel.

A UNIFIL é um contingente internacional de cerca de 8.000 militares — cerca de 650 deles espanhóis — dedicados a monitorar a cessação das hostilidades entre o partido-milícia xiita Hezbollah e o Exército de Israel, bem como a acompanhar e auxiliar as Forças Armadas libanesas no sul do país e ao longo da linha de separação entre os dois países, denominada Linha Azul.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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