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O grupo alega que os líderes do grupo sobreviveram ao bombardeio.
MADRID, 9 set. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) afirmou que os líderes do grupo que foram alvo de um bombardeio israelense na capital do Catar, Doha, sobreviveram, embora o filho de um deles tenha morrido em consequência do ataque.
"O ataque ocorreu durante uma reunião da equipe de negociação para discutir a proposta dos EUA. Os líderes do grupo sobreviveram à covarde tentativa de assassinato, cujo sangue é o sangue de todos os palestinos", disse Suhail al-Hindi, membro do escritório político do Hamas.
No entanto, ele disse que "um grupo" de membros do grupo islâmico foi morto no ataque, embora tenha identificado apenas o filho de Khalil al-Haya, Humam, e um de seus conselheiros, Jihad Labab, de acordo com o diário palestino 'Philastin', que é simpático à milícia.
Al Hindi, que lembrou que o Hamas "deu sinais positivos" à proposta de cessar-fogo dos EUA, declarou que considera os Estados Unidos, o principal aliado das autoridades israelenses, responsáveis pelo ataque.
O exército israelense confirmou sua responsabilidade por um "bombardeio de precisão" contra "a liderança da organização terrorista Hamas" em Doha. "Durante anos, esses membros chefiaram as operações da organização terrorista, sendo diretamente responsáveis pelo massacre brutal de 7 de outubro (2023) e orquestrando e gerenciando a guerra contra o Estado de Israel", disse.
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