Publicado 25/02/2026 10:06

Fico considera "pouco realista" que o fornecimento de petróleo pelo oleoduto Druzhba seja retomado no início de março.

Archivo - Arquivo - O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico.
·álek Václav/CTK/dpa - Arquivo

MADRID 25 fev. (EUROPA PRESS) - O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, afirmou nesta quarta-feira que é “pouco realista” esperar que seja retomado no início de março, como previsto, o fornecimento de petróleo através do oleoduto Druzhba, que se encontra no centro das tensões depois de a Ucrânia ter cortado o fornecimento por esta via.

Nesse sentido, ele confirmou que esses fornecimentos não serão retomados antes do próximo mês, declarações que chegam no momento em que o país ativa suas reservas estratégicas de petróleo — assim como a Hungria — e começa a receber petróleo não russo enquanto repara o trecho danificado do Druzhba, que foi alvo de um ataque no âmbito da invasão russa da Ucrânia.

“De acordo com os dados mais recentes, não chegará nenhum petróleo em fevereiro; a primeira data prevista é aproximadamente 3 de março”, afirmou Fico, que insistiu que “nem mesmo essa data é muito realista”, segundo informações do jornal Dennik.

Assim, ele afirmou que o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, “não quer liberar mais petróleo”, pelo que declarou que Kiev “deve cumprir as mesmas condições que a Sérvia ou Montenegro se quiser ser um Estado-membro da União Europeia”.

Fico descreveu a Ucrânia como um país “completamente corrupto” e declarou que a Eslováquia “não se embarcará em nenhum tipo de aventura para acelerar seu processo de inclusão” no bloco comunitário, um processo tão exigido por Zelenski. “Se vai demorar tanto quanto a Sérvia, estamos falando de um horizonte de cerca de dez anos”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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