MADRID 8 set. (EUROPA PRESS) -
O rei Felipe VI se reuniu na segunda-feira com a ministra da Defesa, Margarita Robles, e autoridades militares para analisar a situação em Ceuta sob a ótica da defesa, após a entrada em massa de imigrantes provenientes do Marrocos no final de julho.
Conforme informado pela Casa Real por meio de seu perfil na rede social 'X', também participaram da reunião o chefe do Estado-Maior da Defesa (JEMAD), almirante-general Teodoro Esteban López Calderón, o comandante-geral de Ceuta, Luis Fernández Herrero, e os comandantes operacionais.
A mensagem é acompanhada por uma fotografia da reunião, que não constava da agenda do chefe de Estado nem da ministra da Defesa. Felipe VI aparece vestindo o uniforme de capitão-geral do Exército de Terra.
Felipe VI acompanhou a entrada maciça de imigrantes em Ceuta com “grande preocupação e indignação”, segundo informou o Palácio de Zarzuela. Em um encontro com o presidente de Ceuta, Juan Jesús Vivas, por ocasião do Dia de Ceuta, em 2 de setembro, o chefe de Estado expressou seu desejo de poder visitar a cidade autônoma após a crise, conforme informou o próprio Vivas.
O presidente, Pedro Sánchez, afirmou que a visita ocorrerá quando “houver condições para isso”, sem, porém, especificar uma data, e, dias depois, indicou que ela acontecerá “nas próximas semanas”.
A Casa Real insistiu em transmitir “o apoio de toda a Espanha” a Ceuta e apelou à unidade e à convivência na cidade autônoma.
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