Publicado 26/06/2025 05:27

Felipe González ameaça não votar no PSOE "se a lei de anistia for consolidada".

Archivo - Arquivo - O ex-primeiro-ministro da Espanha, Felipe González, durante a cerimônia de entrega do prêmio "Universal Spanish 2024" da Independent Foundation, no Wellington Hotel, em 7 de fevereiro de 2025, em Madri (Espanha). O prêmio foi concedido
Diego Radamés - Europa Press - Arquivo

MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -

O ex-primeiro-ministro Felipe González ameaçou não votar no PSOE ou em qualquer outro partido que tenha aprovado a lei de anistia que o Tribunal Constitucional (TC) endossará nesta quinta-feira, assegurando que a lei é um "ultraje" e uma "desgraça" para qualquer democrata.

"Se isso se consolidar como previu o presidente do governo (Pedro Sánchez), ninguém que tenha participado disso contará comigo, que é pedir perdão àqueles que fizeram o ultraje. Não se trata de perdoá-los, mas de pedir perdão a eles. É o Estado que se submete", disse ele em uma entrevista no programa 'Más de uno', da Onda Cero, que foi captada pela Europa Press.

Perguntado se ele estava dizendo que não apoiaria os promotores da anistia nas urnas, González confirmou que não, "nem o PSOE nem qualquer partido que tenha apoiado a lei de anistia" contaria com seu voto.

Entretanto, ele garantiu que em nenhum caso consideraria votar no PP, "entre outras coisas", porque não os vê "propondo um projeto para o país". "Vejo Feijóo fazendo figuras com Mazón ou com o próprio Abascal ontem", deu como exemplo para justificar sua rejeição.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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