MADRID 15 set. (EUROPA PRESS) -
O líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, culpou o chefe do Executivo, Pedro Sánchez, pelos "atos de violência" em La Vuelta e disse que "ele não é digno" do cargo que ocupa, depois que os protestos pró-palestinos forçaram a suspensão da última etapa, com acusações policiais, duas pessoas presas e mais de vinte policiais feridos. Em sua opinião, o presidente do governo "não tem limites".
"O presidente do governo, Sr. Sánchez, é responsável por atos de violência que deveriam envergonhar qualquer pessoa que se preocupe com nosso país", disse Feijóo, antes de apresentar a conferência do prefeito de Madri, José Luis Martínez Almeida, organizada pelo Fórum da Nova Economia.
Em sua opinião, não pode ser "naturalizado" que o governo "submeta seu país a um novo escândalo diário". "Não pode ser natural que ex-ministros e ministros e parceiros do governo tenham incentivado, e até participado, de atos que agrediram mais de 23 policiais", enfatizou.
DEIXOU A POLÍCIA NACIONAL "SOZINHA
Feijóo disse que "a liberdade de expressão e as manifestações são legítimas", mas a liberdade de expressão e uma manifestação não podem ser confundidas com "um boicote à La Vuelta", que "coloca em risco a vida das pessoas".
Ele também destacou que havia acabado de falar com "todos os sindicatos da polícia" e aludiu ao "nível de indignação dos policiais nacionais, e também de tristeza" porque "eles se sentiram sozinhos e porque não tiveram o apoio dos políticos que os comandam".
"É algo inacessível em nosso país, peço que, por favor, o presidente do governo tenha alguns limites, que respeite os cidadãos, que respeite as Forças e Corpos de Segurança do Estado, que respeite nossa reputação internacional", disse ele, para lembrar que La Vuelta é "a marca da Espanha" e que a Espanha fez "chacota internacional na televisão".
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