Publicado 08/04/2026 08:36

Feijóo acusa Sánchez de “proteger” os corruptos, mas “espremer” os impostos do povo: “Você paga e eles ficam com tudo”

O presidente do Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo (ao centro), durante o evento “Você paga mais, recebe menos; contra o inferno fiscal do governo de Sánchez” no Espaço Jorge Juan, em 8 de abril de 2026, em Madri (Espanha). Evento realizado no âmbito d
Carlos Luján - Europa Press

MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -

O líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, acusou nesta quarta-feira o chefe do Executivo, Pedro Sánchez, de “espremer” os espanhóis com impostos, mas “proteger” quem “rouba”, aludindo aos casos de corrupção que afetam o Governo. Dito isso, mostrou-se convencido de que os cidadãos vão “punir” o Executivo “por sua inflação e por sua corrupção”.

“Você paga e eles ficam com tudo”, proclamou Feijóo no evento ‘Você paga mais, recebe menos’, organizado pelo PP em Madri, no qual denunciou o “inferno fiscal” ao qual, em sua opinião, os espanhóis são submetidos. Ele esteve acompanhado pelo vice-secretário de Fazenda do partido, Juan Bravo, pela porta-voz do Grupo Popular no Congresso, Ester Muñoz, e pela vice-secretária de Coordenação Setorial do PP, Alma Ezcurra.

O presidente do PP afirmou que o de Sánchez é “o governo da inflação e da corrupção”. “Você paga e eles ficam com o dinheiro. E essa é a conclusão e, infelizmente, não é uma sensação infundada”, enfatizou.

A PRIMEIRA DECISÃO DE SÁNCHEZ: “TROCAR O COLCHÃO”

Em sua intervenção, Feijóo denunciou que o Executivo promoveu mais de cem aumentos de impostos. “Custa para quem acorda cedo, custa para quem economiza, custa para quem abre um negócio, custa para quem sustenta seus entes queridos, custa para quem declara até o último euro. Mas para quem rouba, não; para esses não custa, a eles ele protege”, afirmou.

Além disso, ele lembrou que, ao chegar ao Palácio da Moncloa, a primeira decisão de Sánchez foi “trocar o colchão”, algo que, em sua opinião, evidencia que ele coloca “sempre seu conforto à frente do bem comum”. “O senhor Sánchez não tem um objetivo. Não que os espanhóis consigam chegar ao fim do mês, mas que ele chegue ao fim da legislatura. E é por isso que os impostos não são usados para melhorar o país”, afirmou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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