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Destaca-se que a nomeação faz parte da aplicação do acordo de integração assinado em janeiro com Damasco MADRID 11 mar. (EUROPA PRESS) -
As Forças Democráticas Sírias (FDS) afirmaram que a nomeação como vice-ministro da Defesa sírio de um comandante da milícia curdo-síria Unidades de Proteção Popular (YPG) “confirma o compromisso de todas as partes” em “apoiar a segurança e a estabilidade”, após um passo dado no âmbito do acordo de integração assinado no final de janeiro por Damasco e as forças curdas. “Sipan Hamo assume oficialmente suas funções como vice-ministro da Defesa da Região Oriental do Exército Sírio”, afirmaram as FDS, que lembraram que Hamo é membro do Comando Geral das FDS. “Este passo confirma o compromisso de todas as partes sírias em apoiar a segurança e a estabilidade na região”, destacou. Assim, afirmaram que “esta nomeação surge no âmbito da aplicação das disposições do acordo de 29 de janeiro e reflete os esforços conjuntos para enfrentar os desafios de segurança, combater o terrorismo e facilitar a reconstrução e o desenvolvimento sustentável”.
As FDS argumentaram ainda que se trata de uma medida destinada também a “garantir a proteção dos interesses de todos os sírios e fortalecer a cooperação nacional ao nível da cúpula militar”, de acordo com um comunicado publicado nas suas redes sociais.
O comunicado das forças curdas surge depois de as autoridades sírias terem anunciado na terça-feira a nomeação de Hamo no âmbito do referido acordo, mediado pelos Estados Unidos e assinado em 29 de janeiro pelo presidente de transição da Síria, Ahmed al Shara, e pelo comandante das FDS, Mazloum Abdi, após dias de combate por uma nova ofensiva das forças de segurança contra as tropas curdas no norte e nordeste do país asiático.
A questão era uma das mais espinhosas devido às diferenças entre as partes sobre como essa integração deveria ser realizada, em meio a apelos dos Estados Unidos em favor de Damasco e sua exigência de manter o controle de todo o território e evitar qualquer tipo de autonomia nas mãos das autoridades curdas.
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