Publicado 16/06/2026 10:19

O FBI desmantela um suposto plano para atacar a Casa Branca durante uma luta do UFC

Imagem de arquivo do evento UFC Freedom 250 na Casa Branca.
Europa Press/Contacto/Saul Loeb - Pool via CNP

MADRID 16 jun. (EUROPA PRESS) -

O diretor do FBI dos Estados Unidos, Kash Patel, informou nesta terça-feira que conseguiram desmantelar um suposto plano para atacar a Casa Branca durante um evento do Ultimate Fighting Championship (UFC), uma empresa norte-americana responsável pela promoção das artes marciais mistas.

"Em 10 de junho, o FBI e nossos parceiros das forças de segurança tomaram conhecimento de uma ameaça potencial contra o evento UFC América 250 em Washington. Graças à ação rápida do FBI, (...) vários indivíduos estão agora sob custódia e os supostos planos de ataque foram frustrados”, afirmou ele em uma mensagem divulgada nas redes sociais.

Nesse sentido, ele indicou que, embora o resultado represente “o melhor do trabalho de investigação”, também não é “algo fora do comum para as equipes das forças de segurança, que são preparadas para detectar, responder e levar à justiça aqueles que ameaçam a vida dos cidadãos americanos, particularmente durante grandes eventos como a histórica luta do UFC 250”.

“Foi exatamente isso que fizemos aqui. Quero agradecer aos nossos excelentes agentes e parceiros; esse trabalho continua em andamento e continuaremos informando o público conforme permitido”, esclareceu Patel, que anexou um link para uma matéria da rede de televisão Fox News na qual se especifica que tal ataque incluiria o uso de “drones explosivos”.

Além disso, ele especifica que cinco pessoas foram detidas, de um total de 23 supostos envolvidos no plano de ataque durante o evento que ocorreu no fim de semana no jardim sul da Casa Branca.

Fontes próximas ao caso revelaram à referida emissora que o suposto plano consistia em usar drones carregados de explosivos para atacar prédios próximos ao evento, provocar uma evacuação em massa e direcionar a multidão para uma equipe de atiradores de elite previamente posicionada. Uma segunda fase previa o assalto ao portão da Casa Branca.

Assim, o Serviço Secreto dos Estados Unidos afirmou ter colaborado estreitamente com o FBI durante a investigação. “Nos dias que antecederam este fim de semana, nossos agentes especiais, pessoal de apoio à missão e equipes de segurança técnica trabalharam incansavelmente para identificar os responsáveis e responsabilizá-los”, explicou o diretor do Serviço Secreto, Sean Curran, em um comunicado.

“Igualmente importante para nossa missão de proteção é garantir a prestação de contas por meio do sistema judicial. Por isso, nossas declarações formais sobre os detalhes deste caso serão apresentadas ao tribunal competente”, indicou ele.

Posteriormente, os investigadores descobriram conversas no aplicativo Signal nas quais várias pessoas supostamente discutiam um possível ataque contra o evento em questão. Uma análise inicial do iPhone de um dos suspeitos identificou pelo menos 23 usuários do Signal que discutiam atividades relacionadas a esse assunto, conforme declararam as autoridades.

Um dos suspeitos teria esclarecido, além disso, que o objetivo era atacar “elites capitalistas”, “multimilionários” ou políticos que recebessem doações do Comitê Americano-Israelense de Assuntos Públicos (AIPAC).

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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