Europa Press/Contacto/Nir Alon
MADRID 22 set. (EUROPA PRESS) -
Centenas de pessoas se manifestaram na segunda-feira, na véspera do Ano Novo judaico, em frente à residência do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, para exigir um acordo que permita o retorno dos reféns sequestrados pelo Movimento de Resistência Islâmica durante os ataques de 7 de outubro de 2023.
"Nos túneis não há feriados, nem férias; não há nada pelo que agradecer. Esta noite é apenas mais uma noite aterrorizante e perigosa que eles suportam na Faixa de Gaza", destacou o Fórum para Reféns e Famílias Desaparecidas nas mídias sociais.
Os manifestantes, carregando bandeiras amarelas, montaram uma mesa com alimentos típicos do Ano Novo judaico, também conhecido como Rosh Hashanah, perto da residência de Netanyahu, onde foi realizada uma manifestação para pressionar o governo. "Somente o povo trará os reféns de volta para casa", disse o Fórum dos Reféns.
Os protestos em Jerusalém ocorreram no mesmo dia em que o braço armado do Hamas, as Brigadas Ezeldin al-Qasam, divulgaram um segundo vídeo do refém israelense Alon Ohel, que fugiu durante o massacre pelas milícias palestinas no festival de música Nova para o assentamento de Reim, onde foi sequestrado.
Os parentes dos sequestrados se manifestaram contra a última ofensiva lançada pelo exército israelense contra a Cidade de Gaza, alegando que ela coloca em risco os 20 dos 48 reféns ainda vivos no enclave palestino.
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