Publicado 05/05/2025 06:30

Famílias de reféns acusam o governo israelense de priorizar operações militares

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo de um protesto de parentes de reféns sequestrados em Gaza.
Europa Press/Contacto/Andrea Berrelli - Arquivo

MADRID 5 maio (EUROPA PRESS) -

O Fórum de Familiares de Reféns e Desaparecidos criticou nesta segunda-feira o governo israelense por "dar prioridade à tomada de territórios" e relegar a segundo plano a libertação dos sequestrados pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) durante os ataques de 7 de outubro de 2023.

"O plano aprovado pelo Gabinete merece ser chamado de 'Plano Smotrich-Netanyahu' por deixar de lado os reféns e sua resiliência", disse a organização em um comunicado, referindo-se ao ministro das Finanças, o ultranacionalista Bezalel Smotrich, que repetidamente pediu para usar a ofensiva como uma oportunidade para tomar Gaza.

O texto afirma que as autoridades decidiram "escolher o território em vez de reféns", o que vai "contra a opinião de 70% da população" de Israel. As pesquisas indicam que a grande maioria dos israelenses apoia um acordo que levaria à libertação de todos os reféns restantes em Gaza.

No entanto, todos os membros do gabinete endossaram a expansão das atividades armadas, sob a premissa de "conquistar Gaza e manter os territórios", conforme descrito no plano apresentado pelo chefe da IDF, Eyal Zamir, que exige o deslocamento da população de Gaza para o sul e medidas para impedir que o Hamas controle a ajuda.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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