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MADRID 15 mar. (EUROPA PRESS) -
As facções palestinas em Gaza, começando pelo movimento islamita Hamas, condenaram em uníssono a nova ofensiva em grande escala que o exército norte-americano iniciou neste sábado contra as posições dos insurgentes houthis na capital do Iêmen, Sana'a.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a operação - que os rebeldes iemenitas dizem ter deixado nove civis mortos até o momento - como um aviso aos patrocinadores dos houthis, o Irã, e uma retaliação contra a campanha de ataques a navios no Mar Vermelho.
Os houthis defenderam os ataques como um gesto de apoio às milícias palestinas em sua guerra contra Israel, algo que as facções não esqueceram em sua condenação da ofensiva dos EUA.
"O que está acontecendo é uma agressão aérea criminosa dos EUA e do Reino Unido contra bairros residenciais em Sana'a", o Hamas denunciou os bombardeios como uma "violação flagrante do direito internacional".
Em uma declaração separada divulgada pela agência de notícias palestina Sanad, a Jihad Islâmica também condenou os ataques e reafirmou seu "orgulho pela honrosa posição do Iêmen, que incorpora uma genuína posição árabe e islâmica de apoio a Gaza, ao povo palestino e à sua resistência".
"A agressão dos EUA", acrescentam os Comitês de Resistência Popular, "vem em resposta às posições corajosas e sábias do povo iemenita e de sua liderança em apoio ao povo palestino".
"Essa agressão", dizem os comitês, "não conseguirá quebrar a vontade do povo iemenita.
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