Europa Press/Contacto/Mykola Miakshykov
MADRID 26 abr. (EUROPA PRESS) -
O exército ucraniano negou a "libertação completa" da região de Kursk anunciada pela Rússia no sábado, embora tenha reconhecido que a situação "é difícil".
"As declarações da liderança inimiga sobre a 'derrota' do grupo de tropas ucranianas não são nada mais do que uma manobra de propaganda e um desejo de transformar ilusões em realidade", disse o Estado-Maior em um comunicado publicado em sua conta no Telegram.
"A situação operacional é difícil, mas nossas unidades continuam a manter as posições designadas e a realizar as tarefas atribuídas", acrescentou o Estado-Maior em resposta ao anúncio do Kremlin nesta manhã, dizendo que eles estiveram envolvidos em cinco confrontos com as forças russas nas últimas horas.
O presidente russo, Vladimir Putin, já havia saudado "a derrota completa do inimigo na região da fronteira de Kursk", o que "cria condições para novos sucessos de nossas tropas em outras áreas importantes da frente".
As forças ucranianas invadiram Kursk em agosto e, no auge da contraofensiva surpresa, assumiram o controle de 1.200 quilômetros quadrados do território russo e de mais de cem cidades.
No entanto, nos últimos meses, tanto o próprio exército ucraniano quanto a inteligência militar britânica reconheceram retrocessos nessa frente.
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