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MADRID 23 maio (EUROPA PRESS) -
As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram nesta sexta-feira o envolvimento de outras duas pessoas, além do autor morto, no tiroteio ocorrido há uma semana no assentamento de Bruchin, no norte da Cisjordânia, que resultou na morte de uma mulher israelense grávida, enquanto seu marido ficou levemente ferido.
O exército israelense disse em sua conta na rede social X que "Maher Samara e Yamil Samara ajudaram o terrorista Nael Samara a realizar o ataque a tiros" em 14 de maio.
Na mesma mensagem, informou que "as forças de engenharia e os combatentes da IDF" estavam trabalhando para "mapear as casas" dos supostos cúmplices de Nael Samara a fim de "examinar a possibilidade de demoli-las".
O exército israelense anunciou na quarta-feira a morte de Nael Samara durante uma caça ao homem que ocorreu no último sábado nas proximidades do tiroteio e a prisão de "vários suspeitos por seu suposto envolvimento no" ataque, incluindo o líder de uma "célula" acusada de realizar "três outros ataques a tiros na área nos últimos meses".
Na quarta-feira passada, Tzala Gaz e seu marido foram vítimas de um ataque a tiros enquanto dirigiam um carro no assentamento de Bruchin, localizado a apenas um quilômetro da cidade de mesmo nome na Cisjordânia. Ambos foram levados ao hospital, onde a mulher, nos últimos meses de gravidez, morreu, embora o bebê tenha nascido de um parto forçado.
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