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MADRID 22 abr. (EUROPA PRESS) -
O Exército de Israel afirmou nesta terça-feira ter matado “vários terroristas armados da Jihad Islâmica da Palestina” em um ataque aéreo realizado no sul da Faixa de Gaza, com “medidas para minimizar os danos à população civil”, horas depois de as autoridades do enclave, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), terem estimado em 785 o número de palestinos mortos desde a entrada em vigor, em outubro de 2025, do cessar-fogo.
“Durante a noite de terça-feira, as Forças de Defesa de Israel (FDI) identificaram vários terroristas armados da Jihad Islâmica da Palestina que operavam no sul da Faixa de Gaza, em uma situação que representava uma ameaça para as forças destacadas na zona”, afirmou um porta-voz militar em um comunicado divulgado nas redes sociais.
No mesmo comunicado, o porta-voz militar indicou que, “imediatamente após sua identificação, os terroristas foram atacados e neutralizados do ar”, sem especificar o número total de vítimas.
No entanto, o Exército alegou, por meio do referido documento, que, “antes do ataque, foram tomadas medidas para minimizar os danos à população civil, incluindo o uso de armas de precisão e observação aérea”.
O anúncio desta operação militar ocorreu no final de um dia em que o Ministério da Saúde de Gaza indicou que, desde 10 de outubro de 2025, data da entrada em vigor do cessar-fogo entre as partes, foram registrados 784 mortos e 2.214 feridos devido à “agressão israelense” na Faixa.
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